17 de nov. de 2010

A tecnologia da Informação e o Custo Total de Propriedade

Com a adoção cada vez maior de sistemas em rede nas empresas e o modelo cliente/servidor substituindo grande parte das funções do mainframe, as empresas passaram a implantar infra-estruturas de comunicação com uma grande quantidade de equipamentos em todas suas áreas operacionais.

Na tentativa de verificar até que ponto as organizações estavam ou não obtendo ganhos de produtividade com o uso das novas tecnologias de comunicação e do modelo distribuído de computação, o Gartner Group, um conhecido instituto de pesquisa internacional, desenvolveu o conceito de TCO (Total Cost of Ownership ou Custo Total de Propriedade) aplicado ao ambiente das redes de computadores.

O TCO entrou no vocabulário de Tecnologia de Informação em 1987, onde foi aplicado pela primeira vez aos computadores pessoais. Desde então, tornou-se um conceito muito popular que vem aparecendo em artigos sobre gestão da Tecnologia de Informação, utilizado pelos fabricantes de equipamentos e produtos de Informática e pelas consultorias na determinação dos custos de TI nas organizações.

Tecnologia da Informação
A “Tecnologia da Informação” ou simplesmente TI, aborda os métodos de manipulação da informação para obter dados de qualidade que irão auxiliar no processo decisório de uma organização. As mudanças de procedimentos, os processos e políticas são o foco principal de tal tecnologia.

É evidente que os computadores e as redes de telecomunicações, que juntos formam o conceito de Telemática, podem ser grandes aliados no desenvolvimento da tecnologia da informação. Os resultados dos benefícios dessa união podem ser obtidos através do emprego de metodologias que envolvem o levantamento da redução de custos e o aumento de produtividade.

Custo Total de Propriedade
Uma rede de computadores oferece serviços aos seus usuários. Além do custo de aquisição dos sistemas, tem-se adequação/compra de hardware, treinamento/contratação dos usuários, disponibilidade de suporte técnico, escalabilidade, custos com migração, entre outros. O simples funcionamento de um computador na rede de uma empresa apresenta diversos encargos financeiros associados, tais como o custo do hardware, do sistema operacional, das aplicações e da manutenção do conjunto em utilização. Ao total destes encargos, podemos chamar “Custo Total de Propriedade” (Total Cost of Ownership) ou TCO do posto de trabalho.

Definindo TCO
O Custo Total de Propriedade pode ser definido como um modelo do ciclo de vida de um equipamento, produto ou serviço, que considera os custos de aquisição, propriedade, operação e manutenção ao longo de sua vida útil.

O TCO também inclui os valores associados ao uso ou gozo do bem/serviço em seu máximo potencial. Itens como treinamento de usuários, manutenção, auditoria, avaliação, implantação, pós-venda e gerenciamento dos processos de desenvolvimento/fabricação do bem/serviço também constituem o Custo Total de Propriedade que pode ser aplicado tanto para o fornecedor quanto para o usuário.

O TCO também possui componentes indiretos, como suporte e treinamento. As empresas podem lançar mão de ferramentas de gerenciamento para identificar exatamente o que hardware e software representam em uma determinada instalação, permitindo criar modelos de economia a partir da migração para hardware e software com configurações padrão de mercado.

Por esse motivo, a figura do TCO passou a ser um elemento fundamental no cálculo dos custos de instalação e manutenção não só dos equipamentos de informática e redes de comunicação, mas também de todos os departamentos que tenham qualquer tipo de facilidade advinda dessa tecnologia.

Controle de custos
A tarefa de implantar e manter uma grande infra-estrutura de gerenciamento pode tornar-se onerosa e adicionar sobrecarga de trabalho às equipes de rede, o que vem aumentar o Custo Total de Propriedade.

Reduzir o TCO é uma prioridade e um desafio contínuo para praticamente toda empresa. Mas como extrair o máximo das informações pelo menor custo? A questão do TCO relativo a cada uma das soluções oferecidas pelo mercado (somatório de todos os custos para implantação e manutenção) é extremamente relevante, pois se trata de um relacionamento de longo prazo. Neste caso, as opções para gerenciamento do ciclo de vida de informações da empresa permitem obter o máximo dos recursos disponíveis com o TCO mais baixo em cada estágio do ciclo de vida.

O TCO bem estruturado em estudos e projetos possibilita uma redução de custos de até 40%, entre outros benefícios, especialmente para pequenas e médias empresas.

TCO na segurança
A segurança dos sistemas de informação de uma empresa representa a proteção de um bem ainda imensurável, mas que todos os envolvidos têm certeza de se tratar de um item fundamental. Por exemplo, quando uma informação é perdida devido à infecção por vírus (um arquivo, um projeto, uma pesquisa, um estudo estratégico ou qualquer outro dado que tenha custado muitos homens-hora para ser produzido), o administrador da rede teoricamente poderia recuperá-la através de cópias de segurança. Embora a política de segurança da maioria das empresas tenha como item obrigatório a manutenção de cópias periódicas dos arquivos, muitas vezes elas são esquecidas ou feitas parcialmente, prejudicando a recuperação dessas informações.

A perda das informações representa atualmente um custo oculto que poucas empresas conseguem dimensionar, por isso mesmo altera de maneira significativa o cálculo de propriedade de qualquer bem de uma empresa que utilize a tecnologia no seu dia-a-dia.

A adoção de uma política de segurança eficaz engloba um longo processo de análise dos ambientes, sistemas e pessoas e seu desenvolvimento e sua implementação precisa ser acompanhada de perto por profissionais de todas as áreas envolvidas. Afinal, uma política de segurança custa menos do que um dia de perda de informações.

Soluções Open Source
Várias fontes de informação e estudos indicam que o TCO seria mais elevado em soluções abertas (Open Source) do que em soluções proprietárias, quer em casos específicos, quer em situações genéricas. Por exemplo, os fabricantes de sistemas proprietários utilizam o TCO como argumento em contrapartida à gratuidade de uso dos sistemas livres afirmando que o TCO de sistemas abertos seria mais alto que o TCO de sistemas proprietários, pois seu custo envolveria não apenas a aquisição e licenciamento do software, mas também custos de treinamento, atualização e migração de todo o sistema.

Devemos salientar que produtos Open Source não são gratuitos necessariamente, e mesmo o software livre apresenta TCO. Os custos de licenciamento, custos de manutenção, custos de mão-de-obra especializada, o tempo gasto pelos administradores de sistemas, custo de erros nas aplicações, confiabilidade, usabilidade e outros parâmetros têm pesos diferentes para cada entidade/organização e dificilmente existirá um estudo que reflita a mesma realidade em outra organização.

Sem querer entrar em avaliações de cada um desses estudos, mesmo considerando que os custos de migração e manutenção possam ser altos na adoção de sistemas livres, podemos notar que o TCO tende a se reduzir a médio e longo prazo, compensando os investimentos iniciais.

Conclusão
O conceito de TCO não é novo para a grande maioria dos administradores de empresas e principalmente para aquelas organizações que utilizam métodos de custeio em seus processos produtivos e/ou de prestação de serviços. Podemos dizer inclusive, que de certa forma, o custo total de propriedade já era usado pelas organizações, ainda que parcialmente, antes mesmo de ser “homologado” ou reconhecido como tal.

No entanto, o que ainda se nota é que os encargos reais inerentes à exploração dos equipamentos são, em muitos casos, mal avaliados ou mesmo totalmente ignorados por empresas e instituições, muitas vezes por não terem como avaliar devidamente os custos associados à instalação e à manutenção dos dispositivos em funcionamento nas suas respectivas infra-estruturas.

Cada vez mais, ainda que empiricamente, as empresas estão adotando o conceito de TCO na gestão dos custos dos ativos operacionais, lançando mão de um foco mais agressivo na determinação dos custos invisíveis oriundos do uso intensivo da Tecnologia da Informação. A esse esforço segue-se uma redução do custo total de propriedade da rede uma vez que a possibilidade de acesso às informações amplia-se, melhorando o gerenciamento da própria informação.

FONTE: Desmonta & Cia

29 de jul. de 2010

6º Workshop Internacional de XBRL

 xbrl_logo 
O Conselho Federal de Contabilidade realizará, na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília, o 6º Workshop Internacional de XBRL. O público alvo serão os presidentes dos 27 Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs), os conselheiros efetivos, além das entidades parceiras, empresas e órgãos públicos importantes para a disseminação da ferramenta.

O QUE É?:
O XBRL (na sigla em inglês Extensible Business Reporting Language) é uma linguagem padronizada utilizada para relatórios financeiros que oferece vantagens como a diminuição de custos, maior eficiência, exatidão e confiabilidade superiores (pois o software acusa divergências de informações) e diminuição de riscos e necessidade de re-digitação.

OBJETIVO:
O objetivo do workshop é buscar uma sintonia com as principais lideranças contábeis e demais envolvidos no processo sobre o andamento dos trabalhos, além de levar informações sobre o mecanismo, já que o Brasil recebeu em fevereiro deste ano a validação para utilizar a taxonomia XBRL.

INSCRIÇÕES GRATUITAS AQUI !
http://cfc.org.br/conteudo.aspx?codMenu=282&codConteudo=4834

Data: 18/AGO
Local: Sede do CFC - Brasília-DF
End: SAS Q. , BL. J, Ed. CFC
HORA ATIVIDADE
08:00 - 09:00
Credenciamento
09:00 - 09:30
Solenidade de Abertura
09:30 - 10:15
Painel 1: XRBL histórico, importância e realidade brasileira
10:15 - 11:15
Painel 2: A visão internacional:
a) XBRL - IFRS
B) A visão da organização XRBL Internacional
11:15 - 12:00
Painel 3: XBRL Uma visão governamental
12:00 - 13:30
Intervalo para Almoço
13:30 - 16:00
Videoconferência via Skype com os países: Ibero-americanos, Suiça e empresas desenvolvedoras de sistemas em XBRL.

FONTE: Grupo Yahoo TECSI FEA/USP

24 de jul. de 2010

Implantação da NF-e e o impacto nas rotinas empresariais




A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é o modelo nacional de documento fiscal eletrônico, emitida e armazenada eletronicamente, que tem como finalidade documentar, para fins fiscais, as operações e prestações tributadas pelo ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e pelo IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). A NF-e substituirá a nota fiscal modelo 1 ou 1-A. O Projeto da NF-e é de responsabilidade do Encontro Nacional de Administradores Tributários ENCAT e da Receita Federal do Brasil (RFB), com participação da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA).

A validade jurídica da NF-e ocorre através da assinatura digital do remetente (com certificado digital emitido por Autoridade Certificadora credenciada ao ICP-Brasil) e da recepção pelo Fisco (Secretaria do Estado da Fazenda de Jurisdição do Contribuinte) do arquivo eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador. Após a pré-validação da NF-e pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ), é entregue ao emitente o Protocolo de Autorização de Uso da NF-e. A própria SEFAZ transmite o arquivo da NF-e para a RFB.
A atividade operacional de cada empresa é que determina o momento, isto é, a partir de quando a empresa estará obrigada à emissão da NF-e. Isso vem ocorrendo por etapas, para grupos de atividades. As empresas já obrigadas podem ser encontradas em http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/assuntoagrupado1.aspx#sc016. As Secretarias de Estado da Fazenda credenciam sumariamente as empresas identificadas como obrigadas à emissão da NF-e, o que não impede que estas emitam voluntariamente até a data da obrigatoriedade.
No caso de alguma empresa obrigada a emitir NF-e não ser credenciada automaticamente pela SEFAZ por ocasião do ingresso de sua atividade no conjunto daquelas obrigadas à emissão, esta deverá providenciar o seu credenciamento. No entanto, se a empresa for cadastrada automaticamente e verificar que não integra o grupo daquelas obrigadas a emitir NF-e, isto indica que, provavelmente, existe alguma irregularidade cadastral que deverá verificada na SEFAZ.
Com a inserção da NF-e, mudanças significativas irão ocorrer na rotina contábil. Um exemplo é que, antes da NF-e, perdia-se muito tempo com digitação e conferência de notas fiscais. A partir desta implementação, dependendo do nível de adaptação dos sistemas informatizados da empresa, não haverá necessidade de digitação, uma vez que estas poderão ser automaticamente importadas no formato de arquivo XML. Tanto a emissão da NF-e quanto a sua validade jurídica estão vinculadas ao formato oficial do arquivo XML.

A partir desse projeto, as notas fiscais podem ser visualizadas no site da Receita Federal na WEB, por até 180 dias. Para visualizar a NF-e, basta ter a Chave de Acesso informada no Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE), que é uma simplificação gráfica da NF-e. O DANFE não tem validade jurídica, somente o arquivo digital da NF-e com o respectivo Protocolo de Autorização de Uso.

Outro benefício da NF-e para a contabilidade é que, além da redução de trabalho manual, há uma diminuição significativa de erros de escrituração, pois a NF-e passa a ser válida pela Receita Federal antes da sua emissão propriamente dita. Na validação, é analisada a assinatura digital, o formato dos campos, a numeração da NF-e, se o emitente está autorizado e a regularidade fiscal do emitente.

Atualmente, as empresas emitentes enviam aos destinatários o arquivo XML da maneira que considerarem mais prática, e por conta disso, muitas empresas acabam não recebendo o arquivo, somente a DANFE, o que tem ocasionado trabalho manual e dificuldades na importação da NF-e. No entanto, em 13 de julho de 2010, foi publicado no Diário Oficial da União o Ajuste do Sistema Integrado Nacional de Informações Econômicas e Fiscais (SINIEF) n° 8/2010, de 9/7/2010, que obriga às empresas a encaminharem ou disponibilizarem download do arquivo da NF-e imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e emitida. A norma entrará em vigor a partir de 1°/8/2010.

Com a divulgação deste Ajuste SINIEF, espera-se que a dificuldade na importação da NF-e diminua consideravelmente e, dessa forma, a redução de trabalho manual declarada pela RFB possa então ocorrer.

A NF-e é um subprojeto integrante do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), que é composto, além da NF-e, pelos subprojetos Escrituração Contábil Digital (ECD - também chamado SPED Contábil) e Escrituração Fiscal Digital (EFD - também chamado SPED Fiscal). Com o SPED, o objetivo é uniformizar a coleta de dados fiscais e contábeis pelos Fiscos (federal e estadual), substituindo os livros de escrituração mercantil tradicionais e as demonstrações contábeis emitidas em papel, por um formato digital padronizado, e tornar mais rápida a identificação de ilícitos tributários.

A NF-e, juntamente com o SPED Contábil e Fiscal, causarão mudanças significativas na atividade contábil, entre elas, a unificação das informações sob formato digital, e com isso, espera-se que muitas obrigações acessórias sejam eliminadas. O trabalho do contador será imprescindível para que o sistema funcione corretamente.

Com essa integração de dados fiscais e contábeis entre os fiscos, as informações prestadas pelas empresas deverão ser 100% transparentes e o contador terá a importante tarefa de auxiliar o empresário neste processo.

Em suma, é possível afirmar que a área contábil, com a implementação da NF-e e do SPED Contábil e Fiscal, estará mais valorizada e requisitada.

* Raquel Jane Beninca: Auditora da Moore Stephens Auditores e Consultores de Joinville - SC (www.mooretephens.com.br).

Reseller Web

Via ERP NEWS

13 de jul. de 2010

Novo Sped funcionará como malha fina eletrônica para empresas

Sistema digital, criado pela Receita Federal para controle das contribuições do PIS e Cofins a partir de 2011, terá fiscalização online semelhante a realizada com contribuintes de pessoa física.

Por Redação da Computerworld*

A obrigatoriedade de registro digital do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para pessoas jurídicas é mais uma forma de o Fisco controlar as empresas em tempo real. Segundo o coordenador-geral de Fiscalização da Receita Federal, Antonio Zomer, o sistema é uma espécie de malha fina eletrônica.
Com o envio online dos dados do PIS e Cofins pelo Sistema de Escrituração Digital (Sped) a partir de 2011, o Fisco pretende cruzar dados enviados pelas empresas com os pedidos de compensação e ressarcimento dos dois tributos.
O PIS é uma contribuição social de natureza tributária que financia o seguro-desemprego e o abono dos trabalhadores que ganham até dois salários mínimos. A Cofins paga a seguridade social (Previdência Social, saúde e assistência social). Ambas são devidas pelas empresas.
O sistema digital vai registrar débitos e créditos tributários da empresa e, segundo Zomer, prevenirá abusos. É semelhante à malha fina do Imposto de Renda das pessoas físicas que fiscaliza os que pedem restituição indevida.
No caso do PIS/Cofins, a malha fina funcionará apenas para os pedidos de compensação e ressarcimento. As empresas enviam as entradas e saídas de recursos e, com base nessas informações e a Receita vai conferir a procedência do pedido de crédito.

Zomer garante que a escrituração eletrônica do PIS/Cofins acelerará a análise dos pedidos de devolução ao tornar a fiscalização mais ágil. De acordo com ele, o sistema permitirá que os créditos de PIS/Cofins das empresas exportadoras seja devolvido em até 30 dias, como anunciado no pacote de estímulo à exportação.

Com informações da Agência Brasil

Empresas desconhecem sistema eletrônico para crédito de ICMS

Estudo com companhias de SP, RS e RJ revela que boa parte não aproveita esse benefício nem faz o Controle de Créditos de ICMS do Ativo Permanente (Ciap), que integra o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) Fiscal.

Por Redação da Computerworld

Muitas empresas ainda não conhecem ou não aproveitam as vantagens dos créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Elas também não gerenciam esse benefício pelo livro Controle de Créditos de ICMS do Ativo Permanente (Ciap). A constatação sinaliza que muitas delas não estão preparadas para atender às novas exigências do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) Fiscal, que a partir de janeiro de 2011 exigirá informações do bloco G do Ciap eletrônico.

Estão enquadradas nessa medida todas as empresas que utilizam o benefício dos créditos de ICMS sobre o ativo imobilizado. A falta de conhecimento das companhias sobre o assunto foi a conclusão de uma pesquisa realizada pela Sispro, empresa especializada em soluções fiscais. O levantamento contou com a participação de 119 empresas de médio e grande porte dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

De acordo com estudo, entre as que são contribuintes do ICMS, 13% não utilizam os créditos desse imposto sobre o ativo imobilizado, ou nem mesmo conhecem as vantagens. Entre as contribuintes que se beneficiam do CIAP, outras 15% mantêm controles em planilhas ou sistemas legados. Do total das entrevistadas, 22% ainda não avaliaram ou, se já analisaram, constataram que seus sistemas não atenderão às novas exigências do Sped Fiscal (informações do Bloco G - Ciap eletrônico).

O resultado revela que, além de não ter o dinheiro do imposto de volta, estas empresas podem ser penalizadas por não atenderem às determinações do Sped Fiscal, que exige o envio dos arquivos digitais com as informações corretas sobre a movimentação dos ativos e do imposto.

Para ter o benefício, as empresas devem informar ao Fisco, por meio de layout específico, o ICMS devido toda vez que elas adquirem um ativo imobilizado destinado exclusivamente à produção. Na nova fase do Sped Fiscal, o envio desta informação deve ser realizado de acordo com as regras do Ciap e pelo  Bloco G do Sped Fiscal.

Entre as empresas que fazem o controle do Ciap, 62 delas (73%) possuem solução de TI para realizar esse tipo de controle e estão preparadas para gerar as informações para o Bloco G. Outras 12 (14%) responderam que não possuem solução para esta finalidade. Sete (8%) das entrevistadas não souberam responder.

FONTE: Computerworld

11 de jul. de 2010

Analise o desempenho da bateria do seu notebook

 

Existem muitos programas similares para monitorar o tempo de duração de baterias de notebook, mas dificilmente existe um que seja melhor que o Battery Mark. Descobri essa excelente ferramenta através do Baixaki e resolvi recomendar.

Quantas vezes você estava prestes a terminar um relatório super importante ou uma apresentação inadiável e foi pego de surpresa com o fim da bateria do seu note ou netbook? Isso é muito comum, ainda mais para as pessoas que trabalham o dia todo fora, carregam o notebook para todos os lugares ou, simplesmente, se esquecem de carregar as baterias e ficam na mão quando menos esperam.
Imtec Battery Mark pode ser um amigão em vários momentos. Isso porque ele foi desenvolvido para monitorar o consumo de recursos e de energia do seu computador portátil, desta forma, basta instalá-lo no computador para ficar por dentro de tudo o que está sendo consumido de energia e, se seu computador precisar de mais fôlego, você já sabe de quanto ele necessita.

Tipos de informação
Na interface do programa você fica sabendo em tempo real quase tudo o que está acontecendo nos bastidores do seu notebook. Isso porque, o Imtec oferece gráficos sobre o sistema de energia, qual o tempo estimado de carga na sua bateria e informações de processamento. Além disso, você pode salvar todos estes dados em forma de gráficos no formato PNG.

Confira o 
consumo de recursos

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Fonte: Baixaki.com.br

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