Um certo dia notei que o Windows Update não estava me incomodando mais com suas zilhões de atualizações, daí notei que pelo painel de controle o serviço constava como desativado; mas em background estava ativo (vi através do services.msc).
Encontrei uma ótima matéria no Guia de Carreiras do G1 sobre o curso de Ciências Contábeis. Aproveitei e decidi reproduzir aqui no blog para ficar como um guia para os “novatos” na contabilidade ou para aqueles que estão pensando em desbravá-la. Boa leitura!.
Um certo dia notei que o Windows Update não estava me incomodando mais com suas zilhões de atualizações, daí notei que pelo painel de controle o serviço constava como desativado; mas em background estava ativo (vi através do services.msc).
Desde o ábaco, há 2.000 a.C., até Charles Babbage, matemático inglês que no século 19 criou a Máquina Analítica, um dos "primeiros computadores" do mundo, a tarefa de calcular é uma preocupação da humanidade. E conforme a democracia ocidental se cristalizou, com seus sistemas fiscais, tributários e trabalhistas, o trabalho manual de contabilizar foi sendo substituído pelo computador.
Em pleno século 21, a máquina de contar se transformou em uma central de comunicação capaz de revolucionar o seu escritório de contabilidade. Quem poderia imaginar que um país com o nível de desigualdades do Brasil pudesse ser pioneiro na declaração de Imposto de Renda pela internet? E que temos um dos sistemas financeiros mais avançados tecnologicamente do mundo, com a possibilidade de fazer quase todas as transações pela Web?
Essas duas situações apenas ilustram que a informática se transformou em uma ferramenta essencial para os contabilistas, não só pela eficiência em calcular, mas principalmente pela capacidade de facilitar a prestação de serviços para os clientes. Uma pesquisa do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo identificou que 100% dos escritórios de SP têm ao menos um computador. O que parece uma boa notícia, e de fato é, se contrastada com a forma como os contabilistas gastam o tempo (27% é em análise de dados e elaboração de relatórios), indica que é preciso melhorar o uso da informática nestes escritórios.
É a missão deste GUIA DE TECNOLOGIA, desenvolvido pela Microsoft e HP para tratar especificamente dos problemas e necessidades dos escritórios de contabilidade: mostrar aos profissionais desse segmento como tirar proveito das ferramentas tecnológicas. Em uma linguagem clara e concisa, abordando os problemas do dia-a-dia dos contabilistas, com exemplos que ensinam tarefas simples de um mundo considerado complicado para a maioria dos mortais e ilustrado com histórias de empresas, como a sua, que investiram em tecnologia e obtiveram resultados relevantes ao negócio, este Guia, que chega a sua terceira edição, quer ser um companheiro de consulta constante dos contabilistas brasileiros.
Procure o seu Guia hoje mesmo, nas boas bancas e livrarias, ou clique no link abaixo para baixar uma versão em formato Adobe Acrobat:
Contabilista:
Conheça todos os detalhes sobre o uso da informática em seu escritório.
Download: aqui
Fonte: http://www.crcsp.org.br
CRISTIANE CAPUCHINHO
DE SÃO PAULO
Cursos de mestrado (acadêmico e profissional) e de doutorado de todo o país receberam, em dezembro de 2010, suas notas finais após a quarta edição da avaliação trienal da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
O panorama foi positivo. Foram avaliados 2.718 programas --20% a mais do que na avaliação passada--, e a qualidade deles melhorou. A maior parte (33,9%) obteve nota 4 em uma escala que vai de 1 (pior) a 7 (melhor).
O crescimento dos considerados excelentes e com qualidade de nível internacional, que recebem nota 6 ou 7, foi de 35,4% (são 321 no total).
Também houve mais descredenciamentos (notas 1 e 2). Foram 61 programas, 2,2% do total. Na anterior, somavam 1,7%. A reprovação cresceu mais entre os mestrados profissionais --7% de 243 programas, contra os 3,8% da avaliação anterior.
"Os cursos com excelência estão em instituições consolidadas, que pesquisam e são reconhecidas há muito tempo", afirma Jorge Guimarães, presidente da Capes.
"Entre os descredenciados, há os que foram prematuramente credenciados, os que não receberam atenção devida e os que perderam parte dos docentes."
Para acompanhar o crescimento dos cursos e consolidar os abertos recentemente, o processo de análise deve mudar. Os que têm o conceito máximo em avaliações seguidas devem ser analisados em intervalos maiores.
Já os que tiram 3 seguidamente podem ter exames mais frequentes. "O acompanhamento deve ser menos gerencial e mais pedagógico, com visitas e aconselhamento estratégico para melhorar", explica Guimarães.
NOVAS REGRAS
A pós cresce, mas o número de pesquisadores na ativa é reduzido em relação a países em desenvolvimento, segundo levantamento de Carlos Henrique Brito Cruz, diretor científico da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
Em 2008, havia 1,3 pesquisador para cada mil trabalhadores no Brasil, enquanto na Argentina essa proporção é de 2 para cada mil e, na Coreia do Sul, de 9,7 para cada mil, segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia.
"Um dos gargalos é o valor da bolsa, que não é compatível com o mercado. A portaria que permite trabalhar e pesquisar simultaneamente é um passo importante em áreas aquecidas", opina a professora Denise Bomtempo Birche, da UnB (Universidade de Brasília).
Leia mais no caderno especial de pós-graduação publicado na edição deste domingo da Folha.
Veja as notas de todos os programas avaliados pela Capes:
Ciências Agrárias
Ciências Biológicas
Ciências da Saúde
Ciências Exatas e da Terra
Ciências Humanas
Ciências Sociais Aplicadas
Engenharias
Letras, Linguística e Artes
Multidisciplinares
Fonte: Folha Uol
Alexsandro Prado
Possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Federal da Paraíba (2008), mestrando pelo Programa Multiinstitucional e Inter-Regional de Pós Graduação em Ciências Contábeis da UnB/UFPB/UFRN (2010).Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Ciências Contábeis, atuando principalmente nos seguintes temas: tecnologia da informação, sistemas de informações, disclosure eletrônico, XBRL.

